5 esportes que eu praticaria

Atualmente eu não sou uma garota muito atlética e ligada aos esportes, mas houve um tempo em que eu praticava tudo o que a escola oferecia e ainda participava de competições e ganhava medalhas. Isso quer dizer que eu era boa? Não muito, mas eu botava o corpitcho pra remexer e eu era mais saudável. Aí a gente cresce e vira essa bunda mole. Literalmente.

Hoje cada vez que eu tento praticar qualquer coisa eu falho. Eu desisto antes do fim, minhas costas doem, me falta o ar e eu sempre termino jogada no chão na posição de des-mai-a-da. Eu não me orgulho disso e pretendo mudar essa situação em algum momento da minha vida. Enquanto isso não acontece eu vou listando aqui algumas possibilidades que me agradam:

– Boliche de Kinect
Eu sempre gostei de jogar boliche, mas hoje eu não aguento o peso nem das bolas mais leves. Depois da primeira jogada meu braço já começa a doer e fica difícil continuar jogando direito e acertar qualquer pino. A dor é tanta que eu perco o controle do meu braço e jogo a bola aleatoriamente, às vezes acertando os pinos da pista ao lado. Então para evitar qualquer transtorno a solução seria jogar o boliche sem a bola, só detectando meus movimentos. Se colocam esse esporte nas Olímpiadas eu já me vejo ganhando medalhas e trazendo orgulho ao nosso país.

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Internet Old School

Eu não sei por que raios levei tanto tempo para fazer este post. Tenho cara de meninota (risos), mas sou da época do CD da AOL e de esperar até meia noite para ~surfar~ na internet.

Falando assim até parece que isso faz parte de um tempo muito distante, mas não é não, amiguinhos, as coisas que aconteceram rápido demais. O MSN que era recente já não existe mais e o Orkut, a rede dos depoimentos do amô, eu nem coloquei na lista por não considerar parte da internet old school, mas também não existe mais. As coisas acontecem e desaparecem e a gente mal se dá conta disso.

Então nada como um sábado de nostalgia para lembrar com carinho desses não tão velhos tempos assim e agradecer por todas as melhorias na área:

Internet discada

*esperando conectar aqui…

Entrar na internet antigamente era um pouco complicado, primeiro porque precisava do telefone desocupado, segundo que era caro, só depois da meia noite ficava mais barato, pois você pagava por um só pulso telefônico. Ah, sábado depois das duas da tarde e domingo o dia todo também era liberado. SÓ QUE nada disso era garantia de conexão estável, se você espirrasse perto dela ela poderia desestabilizar, cair e assim você teria que tentar conectar de novo.

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5 habilidades que eu tenho (mas quase ninguém sabe)

Este post poderia ser uma revelação sobre como eu sou uma excelente cantora ou que tenho uma habilidade incrível com números e contas o que me levou a entrar na lista dos bilionários antes dos 30 de alguma revista por aí, mas infelizmente para mim as revelações a seguir nunca me deram prêmios nem dinheiros.

Agora que vocês sabem que nenhuma das habilidades é algo realmente surpreendente fica por conta de vocês prosseguirem ou não a leitura. Pelo menos vocês não vão dizer no final que foi uma propaganda enganosa.

– Eu arraso na cozinha, bitches!

Essa é uma habilidade que só fui descobrir quando tive que colocar a mão na massa pra não passar fome. Eu não sei se a relação expectativa X decepção teve algo a ver com isso, mas eu achava que eu seria um fracasso e precisaria viver a base de miojo e marmita. Hoje posso dizer que o almoço e a sobremesa podem ser por minha conta que a galera não vai sair de casa e passar em um drive thru qualquer pra matar a fome.

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Discos da minha vida

Meus gostos musicais nunca foram muito populares, o que rendeu muito deboche por parte dos amiguinhos ao longo da vida, mas o que eu poderia fazer se aqueles discos me faziam feliz?

Com o tempo fui deixando de ouvir algumas coisas, passando a ouvir outras, mas não posso renegar meu passado. Por isso, só continuem a leitura depois de guardarem as pedras julgadoras.

Vamos lá:

1 – Leandro e Leonardo – Volume 4 (Leandro e Leonardo)

Quando eu tinha uns 4 anos de idade eu cismei com Leandro e Leonardo, aí não demorou muito para alguém me presentear com um disco da dupla. É verdade que com aquela idade eu não conhecia muita coisa e nem entendia toda aquela dor de corno, mas eu achava aqueles dois uns deuses da música sertaneja. Embora o disco tenha marcado a minha infância lembro de conhecer apenas duas musicas, aquela do pense em mim, chore por mim, liga pra mim e aquela outra que dizia “as luzes da cidade acesas, clareando as fotos sobre a mesa…”. Aliás, eu sempre achei essa parte da música sobre as luzes da cidade acesas muito mais interessante que o refrão que dizia o quanto ele ia chorar.

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5 sabores de pizzas dos sonhos

Acho que já deixei bem claro nessa rede mundial de computadores o quanto eu gosto de pizza, então quando vi essa sugestão de postagem no Rotaroots logo eu pensei: OPA! É comigo! Só que aí eu começo a pensar no assunto e, cara, eu gosto de pizza, mas gosto de pizzas que já existem, pizza NORMAL.

Sabe aquelas coisas tipo pizza de strogonoff ou pizza de cachorro quente? Apenas NÃO. Nada desse lance de pizzaria bate papo me apetece. Existe pizza e existe ______________ (insira o nome de outra comida que você goste aqui), nada de misturar comidas, por favor.

PORÉM nesse maravilhoso mundo das pizzas eu sinto falta de uma coisa: diversidade de pizzas doces. Sempre tem a de banana com canela e a de chocolate. Com algumas variações, como chocolate com morango, sorvete, brigadeiro… mas tá faltando sabores aí, galera. Então você pizzaiolo, chefe de cozinha ou aventureiro da cozinha, papel e caneta na mão para alguns testes:

– Frutas vermelhas

Morango, amora e framboesa já estão de bom tamanho, nada de muita variedade senão vira pizza de salada de frutas. Agora imaginem uma calda com pedacinhos dessas frutas. Parece bom, né? Agora pensem que entre a massa da pizza e a calda de frutas podemos ter uma deliciosa camada de chocolate branco.

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5 coisas que eu já quis ser

Desde pequenos escutamos as pessoas perguntando “o que você quer ser quando crescer?” e no alto da nossa sabedoria de 4 anos de idade a gente responde: astronauta. Ou qualquer coisa do tipo. O que importava mesmo era ser gente grande e fazer coisas de gente grande. Hoje sou gente mais ou menos grande e não é lá tão mágico quanto eu imaginava naquele tempo.

No que diz respeito a profissão eu nunca tive uma grande paixão que me fizesse estudar e batalhar a vida inteira. Não nasci brincando com bichinhos de pelúcia de doenças, nem desmontava coisas para aprender a montar sozinha depois. Nunca quis ser médica. Ou advogada. Ou veterinária. Eu só queria fazer alguma coisa divertida. É por isso que em algum momento da minha vida infantil eu quis ser o Beakman. Bem, não o Beakman exatamente, mas uma cientista. Eu queria jogar um líquido colorido em outro também colorido e fazer uma explosão que resultasse em algo para salvar o mundo. Tudo em nome da ciência, claro.

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Carta para meu eu no futuro

Olá Luana de 2025,

Quero começar me desculpando por escrever esta carta, sei que você não gosta muito de ler o que escreveu no passado e a sua reação deve ser querer jogar isso fora correndo, mas essa é uma boa maneira de lembrar daquilo que esperava de você 10 anos antes.

Pra dizer a verdade eu não sei direito como te imaginar daqui a 10 anos, espero que você tenha conseguido emagrecer, mas sem ser daquelas chatas que levam lata de atum na bolsa em festa de criança pra não se jogar nos docinhos. Aliás, eu sei que quem está na posição de dar conselhos é você do futuro, não eu de 2015, mesmo assim quero te lembrar que não vale a pena deixar de comer as coxinhas nas festinhas de criança só por uma bunda sem celulite.

Mesmo sem eliminar as coxinhas e batatas fritas da sua vida espero que você tenha cuidado melhor da sua saúde. Que tenha entendido que fazer alongamento é necessário (se eu sinto essas dores nas costas hoje, imagino você já chegando aos 40), que tenha aceitado alimentos mais saudáveis no seu prato e que tenha parado com todo esse sedentarismo.

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Vai ter blog, sim!!!!!11111 (E se reclamar vai ter dois!!)

Eu não sei dizer ao certo quantos anos eu tinha quando criei meu primeiro blog, mas tenho certeza que foi no tempo em que precisávamos esperar até meia noite para conectar à internet e essa conexão era bem meia boca. Naquela época o blog era quase a mesma coisa que as redes sociais hoje, falávamos sobre a vida pessoal, o que fizemos durante o dia, o que pensávamos e quais as coisas que gostávamos. Era um mundo mágico cheio de gifs, dolls e outras coisas fofas.

Nessa época não era tão comum ver fotos da galera, as câmeras digitais ainda não eram tão populares e ninguém tirava selfie para depois escanear, acho que por isso lotávamos o blog com imagens fofas, fotos de bandas ou qualquer outra coisa que não fosse a gente. Já com as máquinas digitais mais acessíveis ao invés de usarmos os blogs para fotos usávamos serviços como flick, fotolog e outras variações de sites que tinham como objetivo postar fotos.

E o que aconteceu com os blogs nessa época? Nada. Quer dizer, as pessoas postavam fotos em seus fotologs contando sobre o dia e sobre a vida, mas os blogs estavam lá para compartilharmos imagens, piadas, textos e até mesmo para continuar falando do dia-a-dia. A vantagem é que no blog a gente podia personalizá-lo da nossa forma, com templates by maximus e coisas fofas do Evelyn’s Place.

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