Sobre o dia que eu fui uma das Spice Girls

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Outro dia estava dentro do carro quando escutei na rádio os primeiros acordes de uma música que imediatamente identifiquei. Na mesma hora voltei alguns anos no tempo e me lembrei da minha infância como fã das Spice Girls.

Bem, a música que tocava era a Too much,  só que uma versão muito menos madura de mim naquela época curtia mais os sons como Wannabe ou Stop. Ainda assim, essa música mais calminha ainda era ótima para escutar enquanto fechava os olhos e tentava dublar segurando uma escova de cabelo ou um frasco de shampoo.

O quinteto era uma febre na época e eu e minhas amigas do colégio na empolgação formamos um grupo cover delas e até nos apresentamos numa feira de inglês que teve no colégio. Veja bem, eu devia ter uns 9 anos. Depois de dias discutindo quem seria quem, muitas informações das aulas de ciência, artes e matemática perdidas, finalmente chegamos a um consenso e eu fiquei com o papel da minha preferida, a Mel C.

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Anos 90: Um pouco de tudo

Neste último mês toda sexta-feira foi dia de relembrar alguma coisa dos anos 90. Teve post para falar sobre os desenhos, programas infantis e sobre as músicas brasileiras que faziam a alegria da criançada nas festinhas. A cada post eu viajava no tempo e queria voltar mais alguns minutos para aquela época em que aparentemente tudo era de boa.

Para fechar essa sequência de posts fiz uma misturada só: filmes, lugares, roupas, brinquedos, um pouco do que ficou de fora das outras listas, mas que é impossível não lembrar quando se fala dos anos 90. Bóra lá recordar:

[Você assistia na TV]

– Domingo Legal
Umba umba umba ê! Na época apresentado por Gugu Liberato o programa era impróprio para crianças, mesmo assim ele passava às tardes de domingo. Bem, nos anos 90 eu era criança e o Domingo Legal não era meu programa favorito, mas que atire a primeira pedra quem nunca assistiu.

– Você decide
Nos anos 90 os telespectadores da Rede Globo de Televisão podiam escolher o final da trama do Você Decide, bastava ligar para um número gratuito e os votos eram computados. O programa sempre tinha temas polêmicos, mas eles não me impediam de ouvir o Fagundes ou o Tony Ramos dizendo “você decide”.

– Fantasia
Mais um programa educativo da TV brasileira que ensinava para as crianças coisas como “i de escola”. O programa foi inspiração para tanta gente que aposto que até hoje quando você escuta aquele barulhinho de “tempooo” você já começa a coreografia do mão no pulso indicando hora, mão na cabeça com cara de pensativa. Sempre sorrindo, claro.

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90’s: Música Nacional

Ah, os anos 90! Você fica aí reclamando dos funks atuais, mas eu bem sei que você dançava na boquinha da garrafa. Tá tudo bem admitir, você cantava e dançava cada coisa que hoje só de pensar você morre de vergonha, certo? A gente entende.

Mas nem só de É o tchan foi feita essa década maravilhosa, tenho certeza que vocês conhecem pelo menos uma música de cada artista a seguir. Hoje vamos fazer uma viagem no tempo com o melhor/pior da música nacional e vamos aproveitar para organizar uma festinha para relembrarmos as coreografias:

1 – Mamonas Assassinas

Talvez não fosse tão correto uma criança cantar músicas em que as letras tinham as palavras “suruba” e “cabelos do saco”, mas isso não parecia ser problema na época. Antes de serem Mamonas Assassinas a banda se chamava Utopia e tocava covers, mas com o tempo perceberam que as músicas escrachadas faziam mais sucesso, então mudaram o estilo e o nome (ufa!). O disco em estúdio Mamonas Assassinas foi lançado em 1995 e menos de um ano depois eles sofreram um acidente aéreo fatal. Apesar do pouco tempo foi o suficiente para a banda virar todo esse fenômeno.

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90’s: Programas infantis

Como uma criança nascida no final dos anos 80 posso dizer que a década de 90 foi muito aproveitada por mim em (quase) todas as áreas. Na parte televisiva, principalmente, foi uma época de ouro, muito bem trabalhada em programas infantis, principalmente pela TV Cultura.

Se você, assim como eu, também é desses que adora uma sessão nostalgia, se joga no post comigo:

Rá-Tim-Bum

Senta que lá vem história, amiguinhos! Rá-Tim-Bum é um programa infantil da TV Cultura que estreou em 1990 com direção de Fernando Meirelles. Com uma fórmula inovadora na época, ele é formado por quadro livres, cheios de cores e com personagens únicos. Dedicado a crianças em fase de pré-alfabetização ele ensina de forma lúdica noções de higiene pessoal, ecologia, cidadania, português e matemática.

Quem não se lembra do Professor Tibúrcio, personagem de Marcelo Tas, a esfinge e seus enigmas e a menina Nina com suas tranças e sua boneca Careca? Isso sem contar a abertura do programa que era tão legal que a gente nunca deixava de assistir.

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2000 e tudo diferente

Minha vó, uma mulher muito observadora, sempre me disse: no meu tempo que era bom. Ainda completa dizendo como as crianças aproveitavam a infância e compara como eram as coisas “de primeiro” e agora. Sim, ela diz que a infância e a juventude dela é um tempo conhecido como “de primeiro”, como se o mundo tivesse começado com o nascimento dela. O fato é que acho que estou envelhecendo mais rápido do que esperava porque já estou praticando esse esporte típico de vó: comparar o ontem e o hoje.

Às vezes me pego pensando em como era a minha vida tempos atrás, o tanto de coisa que mudou em um curto espaço de tempo. Não vou ficar atacando os tempos atuais dizendo que agora tudo é uma porcaria (eu gosto de você tá, tecnologia? Não me abandone jamais!), mas o meu “de primeiro” também foi uma época feliz, com mais cara ao sol e um pouco menos de tecnologia que hoje.

Depois de tanto lembrar sozinha sobre algumas dessas diferenças resolvi compartilhar essas nostalgias todas por aqui, quem sabe mais alguém não queira acompanhar esse papo de gente velha e se jogar em um passado não tão distante junto comigo:

– Alugar filme na locadora e rebobinar antes de devolver
Tinha filme que você podia alugar na sexta e só devolver no domingo, mas dificilmente você conseguiria isso com lançamentos. Além disso, você tinha que torcer para que o filme que você quisesse ver estivesse disponível, caso contrário você teria que esperar até que o devolvessem (e sabe-se lá quando isso aconteceria). Enquanto isso o jeito seria procurar outro título entre as prateleiras para que você não saísse da locadora de mãos abanando. Outro fato sobre o tópico locadora é que antes de devolver os filmes não podíamos esquecer de rebobiná-lo, senão corríamos o risco de pagar multa – mesmo eu achando que esse lance de multa era uma lenda urbana, já que vez ou outra quando ia assistir um filme alugado já estavam passando os créditos finais.

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01 saudade: Playcenter

Kids, hoje vou contar a vocês uma história fascinante, a história sobre o que era o Playcenter…

O parque surgiu em 1973, mas como eu nasci no final dos anos 80 só fui conhecê-lo lá pelos tantos dos anos 90. Alguns diriam que eu não peguei a época de ouro, mas posso dizer com absoluta certeza (sem margem de erro do ibope) que me diverti SIM e foram bons anos de Playcenter.

A primeira vez que fui ao parque foi com o meu pai e eu devia ter uns 9 anos, era férias. Foi mágico, divertido e de lembrança desse dia ganhei um boné do Turbo Drop (eu não ligava pra estar na moda mesmo!). Depois desse dia voltei algumas vezes, principalmente com a escola que todo ano fazia excursão pra lá.

Mas o que tinha esse Playcenter, afinal? – Alguns diriam.

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Brinquedos que marcaram minha infância

É só chegar perto do dia das crianças pra lembrar nossos pais que ainda somos crianças, mesmo que a gente já tenha muito mais idade do que o aceitável para ser criança, mesmo que já tenhamos nos formado, estejamos trabalhando e até já tenhamos saído de casa.

Quando criança a gente quer ser adulto, quando adulto… Bem, às vezes é legar ser adulto também, mas aí viramos essas criaturas nostálgicas.

E com esse ar de nostalgia pairando sobre nossas cabeças + as propagandas de novos brinquedos que a gente vê por aí, fiquei me lembrando daqueles que eu mais gostava na infância. Aliás, quando perguntei pra minha mãe qual eu mais gostava ela disse que era Barbie e que eu ficava cortando pano pra fazer roupa pra elas. Eu JURO que não me lembro disso, então ou me falta memória ou minha mãe me confundiu com alguma filha de amiga dela.

Pois bem, ignorando os brinquedos que eu não me lembro, esses eram os que marcaram minha infância:

Ursinhos de pelúcia

Eu sei que não é algo muito específico, mas a verdade é que ursinhos são mais legais que bonecas. São fofos, amigáveis e você pode dormir com eles sem que eles te machuquem. Você também nunca ouviu falar de lendas urbanas que dentro de algum ursinho tinha uma faca ou que durante a noite ele matava criancinhas. Não, ursinhos são fofos e mágicos e merecem nossa confiança.

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