Conhecendo o Museu do Amanhã

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Quando pequena era comum a escola organizar visitas a museus e eu era figurinha fácil nessas excursões, mas depois que cresci essas visitas foram ficando mais escassas. Mesmo assim, vez ou outra ainda rola umas visitas a esses lugares cheios de cultura e na última semana conheci o Museu do amanhã no Rio de Janeiro. Pelo que já tinha visto em reportagens e ouvido as pessoas falarem eu sabia que seria incrível, mas foi mais.

O encantamento começa quando você da de cara com o museu. Como é lindo. A arquitetura é linda, a vista é linda e você não sabe se as fotos saem melhores do lado de dentro ou de fora. E como nem só de beleza é feito um museu, a interatividade que ele oferece me lembrou muito a do Museu da Língua Portuguesa, coisa que eu achava maravilhosa.

Assim que entra você dá de cara com um globo terrestre lindão que fica girando lá no alto e depois de passar pela bilhereria você pode subir para ver a exposição principal, feita de 5 áreas: Cosmos, Terra, Antropoceno, Amanhãs e Nós.

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Uma hamburgueria delícia que você não pode deixar de conhecer

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Dica: Leia ouvindo essa playlist aqui para entrar no clima!

No último final de semana fomos em família a uma hamburgueria na zona oeste de São Paulo, a tal Zé do hamburger. Meus pais tinham ido lá uma vez e ficaram apaixonados pelo lugar, pela decoração, pelas Coca-Colas diferentonas e pelo hambúrguer, claro. Resolvemos dar uma chance para o local e posso dizer que gostei tanto que tô aqui escrevendo sobre.

(Claro que nem tudo são flores e obviamente as_fotos_da_janta_ficaram_horríveis.exe. Quer dizer, eu meio que me esqueci de tirar foto e quando vi era tarde demais, o lanche estava em algum lugar quentinho e confortável dentro de mim e o prato vazio não ficou tão apetitoso na foto, mas não se preocupem que ilustrarei tudo a seguir!)

Eu sou do tipo que se deslumbra fácil: decoração bonitinha, junkie food, família reunida, estava quase tudo certo, só faltou meu mozão e meu cão, mas duvido muito que me deixariam entrar com esse último.

Foi cruzar a porta para me sentir dentro de Grease nos tempos de brilhantina, só que com a vantagem de dar de cara com De volta para o futuro na TV. Isso significa que mesmo que o hambúrguer fosse ruim e o garçom espirrasse no meu lanche eu não poderia negar que o lugar era incrível, sabe?
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O Rio de Janeiro continua lindo

Minha primeira visita ao Rio de Janeiro, aka Cidade Maravilhosa, foi há 10 anos e rolava um frio na barriga porque eu estava indo encontrar meu namorado, o que nos leva a outra história, mas por enquanto só estou situando vocês já que nesse cenário estar e conhecer o Rio estava em segundo plano.

Nesse primeiro contato com o Rio 40º-até-no-inverno conheci a praia da Barra (não tenho maiores informações sobre isso, simplesmente sei que era uma praia e era na Barra) e a Lagoa Rodrigo de Freitas. Estar nesses lugares me deixava maravilhada, ainda mais se for considerar que as referências de praia que eu tinha eram Santos, Praia Grande e Guarujá. Lembro-me de estar na lagoa e ver o Cristo Redentor pequenininho lá em cima, eu só pensava UAU, que lugar incrível.

Durante esse tempo muitas outras visitas à cidade foram feitas e posso dizer que já me sinto em casa, tanto que estou a um passo de colocar ketchup na pizza. O que motivou este post é que na última semana fui com a família do marido (aquele mesmo namorado de 10 anos atrás que foi promovido a marido) conhecer o Cristo Redentor.

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O que eu aprendi no dia que conheci a Praia do Espelho, fiz aniversário e achei que fosse morrer de alergia

Há um ano mudei o status do Facebook de “noiva” para “casada” e, como tradição, logo após o casamento partimos para a lua de mel. Pegamos um avião com destino a felicidade e pousamos na Bahia, Arraial D´Ajuda era nosso destino.

Como estávamos por aquelas bandas queríamos aproveitar para fazer um desses passeios turísticos e conhecer a Praia do Espelho. Devido a nossa inexperiência e falta de planejamento deixamos para marcar de última hora, por isso acabou nos restando o domingo, um dia antes da nossa volta a São Paulo. Ah, por um acaso domingo também era o dia que eu completava mais um ano de vida.

Antes de fecharmos o passeio o dono da pousada nos alertou que aquela época era de maré cheia e a praia era muito mais bonita na maré baixa, mas como só tínhamos o domingo para aproveitar resolvemos ir mesmo assim. Pra quem nasceu e cresceu em SP qualquer lugar que tenha praia no nome já vale a pena.

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JAMZ, Bourbon Street e esse lance que é curtir um show

Sou aquele tipo de pessoa que troca esse negócio de música alta, azaração sem limites e pessoas bêbadas pelo conforto do meu sofá e uma maratona de séries/filmes acompanhados de um pacote gigante de Ruffles.

Antes que me perguntem “Noooooossa, quantos anos você tem?”, eu respondo: tenho 26 com corpinho de 60 e cabeça de 80. Ainda sem Alzheimer.

O fato é que assim como o cometa Halley aparece a cada 75 anos, às vezes eu também resolvo colocar a cara para fora de casa e olhar o mundo como realmente é (mesmo para saber diferenciar se o que eu vejo na TV é real ou não ¯\_(ツ)_/¯). Então na última semana lá fui eu toda pimpona curtir o show da banda JAMZ num barzinho puro amor de ÉSSE-PÊ.

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