Sobre o dia que eu fui uma das Spice Girls

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Outro dia estava dentro do carro quando escutei na rádio os primeiros acordes de uma música que imediatamente identifiquei. Na mesma hora voltei alguns anos no tempo e me lembrei da minha infância como fã das Spice Girls.

Bem, a música que tocava era a Too much,  só que uma versão muito menos madura de mim naquela época curtia mais os sons como Wannabe ou Stop. Ainda assim, essa música mais calminha ainda era ótima para escutar enquanto fechava os olhos e tentava dublar segurando uma escova de cabelo ou um frasco de shampoo.

O quinteto era uma febre na época e eu e minhas amigas do colégio na empolgação formamos um grupo cover delas e até nos apresentamos numa feira de inglês que teve no colégio. Veja bem, eu devia ter uns 9 anos. Depois de dias discutindo quem seria quem, muitas informações das aulas de ciência, artes e matemática perdidas, finalmente chegamos a um consenso e eu fiquei com o papel da minha preferida, a Mel C.

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Barney, o cão safadão

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Há pouco mais de um mês chegou um novo morador na residência dessa que vos escreve: Barney – o safadão, um cachorrinho de 3 meses que veio encher a casa de pelos e amor. Não estávamos esperando por ele, simplesmente um dia o universo jogou um peludo em nossos braços e a gente que não é bobo nem nada segurou com força.

Nós planejávamos ter um cachorro um dia, ainda mais com todo esse meu jeitinho Felícia de ser, já imaginávamos uma vira-lata correndo pela casa, roubando meias e revirando lixo. Era questão de tempo pra isso virar realidade, mas às vezes as coisas acontecem meio de repente e diferente do planejado.

Foi tudo meio rápido e enrolado e de uma maneira bem resumida foi assim: A tia do Victor (aka mozão) foi fazer uma visita ao pet shop e depois de um mal-entendido ela acabou comprando o cachorrinho da cara malhada. Logo em seguida ela precisou operar e ele acabou ficando aqui por uns dias. Foi amor à primeira lambida, obviamente.

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Envelhecendo

bem-vindo_28Na última terça-feira além de samba, serpentinas e fantasias também foi dia dessa pessoa que vos escreve apagar mais uma velinha. Acontece todo ano, não é novidade, mas é impossível não pensar a cada vela que eu assopro que, caramba, tô envelhecendo.

Outro dia assistindo ao Miss Universo me dei conta que eu não tenho mais idade pra ser miss. Simplesmente tô velha pra isso. Não que eu tivesse chances, só estou dizendo  que mesmo que eu fosse uma deusa, uma louca e uma feiticeira não tenho mais idade pra desfilar de biquíni dando tchauzinho em câmera lenta.

Também já passei do tempo de começar a usar esses cremes antirrugas. Os pés de galinha já ficam visíveis a cada vez que dou uma gargalhada. Mas me recuso a deixar de sorrir para que eles não apareçam.

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2015 também conhecido como o ano que:

Quase não dá pra acreditar que mais um ano está acabando, que logo será hora de vestir alguma roupa branca, comer uva, pular onda e usar uma calcinha colorida que influenciará de forma definitiva o ano que está por vir. Esse clima de fim de ano faz surgir aquela retrospectiva dentro da minha cabeça, me lembrando dos bons e maus momentos desses últimos 365 dias.

Pra mim, no geral 2015 foi bom, mas também ruim. Se for colocar esse ano ao lado do ano que o carro explodiu comigo, meu pai e minha vó dentro e menos de um mês depois eu perdi meu avô, esse ano até que foi bom. Mas não foi melhor que o ano que casei, fui curtir uma semana na Bahia (sdd Bahia) e terminou o ano com todos vivinhos (os que já estavam vivos, claro). Esses altos e baixos fazem parte desse negócio muito louco chamado vida, eu sei, e não adianta lutar contra.

SW_trapSobre criar expectativa quanto ao ano novo, promessas novas, vida nova…

Este post é pra relembrar um pouco do que foi essa montanha russa chamada 2015 e mostrar que… Bem, que foi um ano como qualquer outro, mas que vai ficar conhecido como o ano em que:

– …quebrei o dente
Pois é. Foi comendo aquelas bolinhas de amendoim em um fim de tarde de verão que de repente mordi algo que não era o amendoim, mas um pedaço do meu dentinho. No dia seguinte cheguei ao dentista sem saber se chorava pela dor que eu sentia, pelo dente que já não seria mais meu ou pelo dinheiro que eu teria que deixar por lá.

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Minha doce Mel

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Era uma tarde de sábado de novembro de 2005 quando recebemos o presente mais doce de nossas vidas: a Mel, uma vira-lata com pouco mais de um mês de vida. Meus pais só tinham ido até o mercado comprar uma ou outra coisa, mas por lá se depararam com uma feira de adoção e se encantaram com aquela bolinha de pelo branca e manchas cor de mel.

Confesso que no começo eu fui contra (O QUE??? UMA CACHORRA!! CEIS TÃO LOUCO??), mas tudo já estava feito, não dá pra desadotar alguém então o jeito era aceitar que teríamos uma nova moradora na casa. Não demorou muito pra ela ganhar meu coração por inteiro, desde aquela tarde de 2005 ganhei uma companheira fiel que me conquistou de um jeito que vocês não fazem ideia.

Quando casei mudei de cidade e a Mel ficou em São Paulo com minha família. Foi aí que me dei conta do quanto um simples cachorrinho pode mexer com a gente, a saudade que eu sentia dela era a mesma que a que eu sentia de alguém da família. Aquela mesma vira-lata que chegou anos antes e me fez pensar que teríamos problemas de convivência começou a fazer meu coração parecer apertado de tanta saudade.

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#TBT: Bazinga girl

Sempre gostei de piscina de bolinhas. Ok, eu sei, que criança não gosta? Mesmo o menor dos espaços vira um enorme campo de diversão na cabeça de uma criança. Meus pais dizem que eu adorava me afundar ali no meio das bolinhas, causando mini ataques cardíacos na minha mãe porque eu desaparecia e ela achava mil coisas, menos que eu estava me escondendo.

Era só eu ficar alguns segundos fora de seu campo de visão que ela queria entrar ali no meio para me encontrar, então eu aparecia sorrindo marotamente. Mesmo assim ela sempre me deixava voltar a brincar disso, mesmo sabendo que eu iria desaparecer, que ela teria que ir atrás e eu apareceria sorrindo. Ou minha mãe era muito preocupada ou ela realmente gostava de piscina de bolinhas.

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#TBT: Da primeira vez que eu fui a noiva

Eu tinha 6 anos quando na sala de aula a professora fez um sorteio e anunciou que a noiva da quadrilha seria eu. Foi assim, inesperado. Não passei meses planejando, não roubei e risquei o nome das amiguinhas para me garantir no sorteio e nem ganhei presentes por isso. Simplesmente teve uma festa junina e eu era a noiva.

O noivo era um garoto que estudava comigo, mas eu não lembro muito dele, então acho que não éramos muito amigos. O que eu sei dele é que ele era baixinho, mas agora não sei se ele realmente era bem baixinho ou se eu que era mais alta que a maioria dos amiguinhos. Nunca saberemos.

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#TBT: Da minha primeira viagem de avião

Eu estava na 4ª série quando o colégio organizou uma viagem para conhecer as cidades históricas de Minas Gerais, seria um passeio por Ouro Preto, Tiradentes, Mariana e Congonhas. Eu estava empolgada com tudo, seriam quatro dias que viajaria sem meus pais, dois dias faltando na escola para uma excursão da própria escola, quatro dias de festa do pijama com as amiguinhas e, o mais importante, seria a primeira vez que eu viajaria de avião.

Essa foto foi tirada no aeroporto antes da viagem quando reunimos as meninas da minha escola. Talvez não dê para perceber na foto, em parte pelo sono de ter que estar no aeroporto antes das sete da manhã, mas a ansiedade estava a mil. Eu não sei se dá para entender o que era tudo isso na cabeça de uma criança de 10 anos, mas era algo como muita ousadia & alegria.

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