Martha Medeiros e o Simples Assim

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Como é que tem que ser? Se te perguntam, responda. Se te emprestam, devolva. Sem dinheiro, não compre. Se te dão, agradeça. Se te confiaram, cuide. Se te agridem, afaste-se. Se te pagaram, entregue. Se cansou, pare. Se te confidenciaram, silencie. Se te roubaram, acuse. Se colocou no mundo, crie. Se contratou, pague. Se gostou, fique. Se não gostou, recuse. Se errou, desculpe-se. Se acertou, repita. Se tem que fazer, faça. Se prometeu, cumpra. Se vai atrasar, avise. Se te necessitam, ajude. Se você precisa, peça. [Simples assim]

Gosto da Martha Medeiros desde que vi seus textos rolando na internet, até os que não eram dela, mas que por obra divina – e de um desinformado ou espírito de porco – foram atribuídos a ela. Mesmo assim nunca tinha lido seus livros ou colunas no jornal, até que no Natal do último ano ganhei o Simples assim, livro que reúne crônicas publicadas entre 2013 e 2015.

(Talvez seja importante dizer aqui que ainda há uma possibilidade de que o que eu acreditava ser de sua autoria quando li na internet, na verdade, seja da Clarice Lispector. Ou Pablo Neruda. Ou do livro de algum youtuber famoso.)

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