Assisti: O doador de memórias

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Imagine que o mundo em que você vive não tem cores, tudo o que você enxerga, tudo o que conhece é em preto e branco. Você não conhece o significado de cores. Além disso você também não sabe o que é música, dança, calor, frio, beijo. Você não sabe o que é amor, nem qualquer outra coisa subjetiva. Você vive em um mundo em que todos são programados para viver harmonicamente e fazendo tudo funcionar. Apenas uma pessoa nesse mundo todo tem a memória do mundo do jeito que sempre foi. É mais ou menos essa a premissa de O doador de memórias.

Agora corta para a parte que eu decidi que assistiria ao filme:

Foram vários minutos procurando algum filme antes de decidir que esse seria o escolhido e só assisti porque meu cunhado insistiu muito que era interessante, mas ao conferir a sinopse me pareceu um mix de Divergente, Jogos Vorazes e Mazze Runner. Não me entendam mal, eu gosto de todos os filmes acima, mas parece que surgiu tudo de uma vez e com pontos em comum, por isso em algum momento ficou cansativo o mais do mesmo.

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Assisti: Chef

Há tempos vi Chef no catálogo de filmes e ao mesmo tempo em que a sinopse me deixou interessada em assisti-lo ela também me dizia que deveria guardar esse filme para um momento em que eu estivesse de barriga cheia.

Pois bem, um dia após uma comemoração de aniversário com direito a muito bolo senti que aquela era a hora e logo nas primeiras cenas tive a confirmação de que foi uma decisão acertada. Poucos resistiriam àquela bandeja de bacon borbulhando.

O Chef de que o filme fala é Carl Casper, chef de um restaurante em Los Angeles. Ao saber que um crítico vai provar sua comida ele começa a pensar no cardápio e fica entre servir o feijão com arroz de sempre, aqueles pratos mais pedidos, ou inovar. Após uma conversa com o dono restaurante ele opta por servir o habitual, resultando em uma crítica negativa pelo fato de ser mais do mesmo. A partir daí as coisas saem de controle e ele fica desempregado, mas com a ajuda de sua ex-mulher ele abre um food truck e da a volta por cima.

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Assisti: Minions, o filme

Assim que soube que iam lançar um filme dos Minions já comecei a vomitar arco-íris por antecipação, afinal, como resistir àquelas criaturinhas amarelas? A cada vez que via o trailer era impossível reprimir os “owns” e a expectativa só aumentava. Pois bem, o filme estreou e em meio a crianças vestindo camisetas, gorrinhos e até carregando pelúcias dos Minions, lá estávamos nós, eu e o mozão, prontos para amar aquelas coisas fofas que dá vontade de pegar no colo e cuidar pra sempre (ainda estou falando dos Minions).

Se você assistiu ao trailer deve ter reparado que havia um narrador e ele também está presente no filme, o que é ótimo já que os Minions são fluentes apenas em ba-na-na e na primeira parte do filme eles dominam completamente a telinha. Nessa parte vemos os capangas do Gru láááá no início de suas existências, ainda atrás de um vilão a seguir, seja um T.Rex ou o Drácula e como eles eram bons em fazer atrapalhadas e acabar com o reinado de seus mestres.

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Apenas sorria e acene: Assisti Os Pinguins de Madagascar

Semana passada estreou no cinema Os Pinguins de Madagascar e eu e o Victor (aquele que o padre e o cartório me autorizaram a chamar de marido) queríamos assistir. Como nos falaram que era um filme infantil aproveitamos que a cidade estava cheia e sequestramos uma criança qualquer para termos uma desculpa para entrar no cinema sem olhares tortos nos acusando de imaturos. Brincadeira, a criança em questão era um primo dele, mas, calma, foi um sequestro relâmpago, o alimentamos e ele se divertiu. Também não exigimos recompensa para devolvermos ele à família.

Antes de falar sobre o filme preciso dizer que não nutro o mesmo amor pelos Pinguins de Madagascar como pelos Minions do Meu Malvado Favorito, então não fui ao cinema com tanta expectativa. Fui porque: 1 – Ir ao cinema é sempre uma experiência que vale a pena; 2 – Eu gosto de Madagascar e; 3 – Pinguins são fofos e todo mundo sabe disso, inclusive essa é uma das questões que move o filme.

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