Pra ouvir: Mayer Hawthorne

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Já perdi as contas de quantas vezes no meio de posts por aqui eu coloco mensagens nada subliminares para vocês escutarem Mayer Hawthorne. Foi em uma tarde de 2012 que uma amiga me apresentou suas músicas e desde então fiquei viciada porque meio que não dá pra parar de escutar.

Mayer é um cantor norte-americano que faz música pra não ficar parado, seja para balançar o pé sozinho ou pra curtir junto com o mozão. Até hoje foram lançados 4 álbuns: A Strange Arrangement (2009), How do you do (2011), Where Does This Door Go (2013) e Man About Town (2016). Além disso também teve o EP Impressions (2011) com covers maravilhosos para deixar até mesmo o mais gelado dos corações quentinho.

Como não sou egoísta nem nada compartilho aqui algumas das minhas preferências e aí quando rolar um show no Brasil, quem sabe, vai ter mais gente pra ficar empolgado junto comigo. Vê só se não são deliciosamente maravilhosas as músicas:

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#TBT: 10 tweets antigos meus que não são polêmicos, mas tô resgatando mesmo assim

No começo da semana fomos bombardeados com notícias de que ~certo cantor~ tinha um passado negro naquela rede social de microblog chamada Twitter. Acho que nunca antes na história desse país havia sido registrado uma epidemia de vômitos tão grande quanto a que tivemos depois de ler tantas coisas de ~opiniões fortes~ de um garoto alegria & ousadia.

Vida que segue, ignorei quem merecia ser ignorado e decidi olhar meu Twitter para saber o tipo de asneira que falo por lá. Acho que tá tudo bem, não vou presa e nem quis abrir um buraco no chão por coisas idiotas que eu possa ter falado e mudei de opinião. Só que já que eu fiquei olhando minha própria timeline vou compartilhar aqui umas opiniões sempre atuais, que de tão atuais às vezes da vontade de imprimir, emoldurar e colocar na parede (mas não façam isso porque seria assustador).

Vejam só:

1- Quando faz calor e eu tô usando calça jeans

2 – Me senti enganada com essa frase do cancioneiro brasileiro

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Passando o tempo com o Yearbook Yourself

Tempos atrás, muito antes dos aplicativos de celular virarem febre, eu descobri um site nessa internet de Meu Deus que serve pra colocar seu rosto em fotos antigas, é o tal Yearbook Yourself. Basicamente ele não serve pra nada exceto para ver como ficaria, por exemplo, se você vivesse em outra década, seguindo outras tendências.

É besta? É. É tosco? É. Mas estudos revelam que pessoas como eu passam um bom tempo brincando de colocar o próprio rosto nas inúmeras fotos disponíveis.

YearbookYourself_SL_1985Oi, gato, você vai pintar no bailinho na garagem da Paula? A patota toda vai, ouvi dizer que vai ser um estouro!

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Horóscopo positividade good vibes

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Quando adolescente eu adorava abrir as Caprichos da vida naquela página de horóscopo, queria saber como seria a semana, se eu ia ficar só no amor platônico mesmo, se haveria surpresas na vida e se eu iria passar de ano. Hoje eu já não sou mais a louca dos signos e fico rindo imaginando como as pessoas escrevem isso.

Acontece que ontem pulou uma matéria dessas na minha cara, falando sobre as previsões para esse 2º semestre e cheguei a conclusão que seria mais legal se eu lesse coisas mais motivadoras por aí. É por isso que decidi criar o meu próprio horóscopo com previsões para esse semestre. Mas, ó, tudo bem se você estiver lendo isso no futuro, vamos considerar que você não leu na época certa e por isso as previsões pararam no tempo esperando que você as lessem e se concretizarem, ok?

Agora atentem-se no que a Luana Bidu tem a dizer:

Áries – Calma, cara. Vai dar tudo certo e você nem precisa esperar que os planetas se alinhem para que as coisas funcionem perfeitamente. As coisas estão acontecendo nesse exato momento e tá tudo bem agora, tá?
Cor – Pêssego | Número – 6,732

Touro – É agora que aquele dinheiro tão esperado vai cair na sua conta e você vai poder correr para padaria e comprar todas as coxinhas com catupiry e bombas de chocolate que você quiser. Comemore a vida, o dinheiro extra e as comidas boas. Não temos que deixar para depois o que dá pra fazer agora, certo?
Cor – Chocolate | Número – 190

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Aquariana rebelde

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Em agosto do ano passado eu decidi entrar nessa brincadeira do BEDA (Blog Every Day August) por diversão, foi uma loucura, quase não dei conta, mas gostei tanto de participar que prometi pra mim mesma que no próximo ano eu me programaria melhor e participaria de novo. RISOS. Me enrolei com tantos trabalhos acumulados e meu planejamento ficou pra trás – e dessa vez a culpa não foi da tal procrastinação. Juro!

Diante dessa dura realidade até tinha desistido de participar, mas hoje na hora do almoço me deparei com uma chamada nessa internetz que dizia algo como: “veja as previsões do seu signo para esse 2º semestre”. Pensei que seria uma boa me distrair lendo umas coisas positivas sobre a vida, só que eu me esqueci que horóscopo não traz notícias do tipo “arrume suas malas, pois a viagem para o Caribe acontecerá em breve”.

OK, não é grande novidade ler que eu não posso gastar dinheiro a toa, que preciso cuidar da saúde etc etc etc, mas me chamou atenção a parte que dizia “Evite fazer muitas coisas ao mesmo tempo”. Foi aí que me lembrei que hoje começava o BEDA.

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Clube dos procrastinadores

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Faz alguns dias que anotei no meu caderno que deveria escrever este post sobre procrastinação, pensei em como seria mais ou menos e deixei a nota lá para desenvolver mais tarde. Já se passaram duas semanas desde então.

Fiquei com o assunto na cabeça quando uma amiga compartilhou um vídeo com a chamada Por dentro da mente de um mestre na procrastinação, que era uma palestra do Tim Urban, blogueiro e escritor do Wait but why, no TED talks. E sim, eu deveria estar fazendo outras coisas e não vendo aquele vídeo ou “dando uma olhadinha” naquela rede social.

Procrastinar: o ato de adiar algo ou prolongar uma situação para ser resolvida depois.

O fato é que eu me identifiquei com o vídeo e não apenas para reivindicar a minha carteirinha do clube dos procrastinadores. Você deve saber como é a sensação de que deveria estar trabalhando em algo, mas tá só dando uma relaxada antes de começar. E durante o processo. E depois.

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Uma hamburgueria delícia que você não pode deixar de conhecer

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Dica: Leia ouvindo essa playlist aqui para entrar no clima!

No último final de semana fomos em família a uma hamburgueria na zona oeste de São Paulo, a tal Zé do hamburger. Meus pais tinham ido lá uma vez e ficaram apaixonados pelo lugar, pela decoração, pelas Coca-Colas diferentonas e pelo hambúrguer, claro. Resolvemos dar uma chance para o local e posso dizer que gostei tanto que tô aqui escrevendo sobre.

(Claro que nem tudo são flores e obviamente as_fotos_da_janta_ficaram_horríveis.exe. Quer dizer, eu meio que me esqueci de tirar foto e quando vi era tarde demais, o lanche estava em algum lugar quentinho e confortável dentro de mim e o prato vazio não ficou tão apetitoso na foto, mas não se preocupem que ilustrarei tudo a seguir!)

Eu sou do tipo que se deslumbra fácil: decoração bonitinha, junkie food, família reunida, estava quase tudo certo, só faltou meu mozão e meu cão, mas duvido muito que me deixariam entrar com esse último.

Foi cruzar a porta para me sentir dentro de Grease nos tempos de brilhantina, só que com a vantagem de dar de cara com De volta para o futuro na TV. Isso significa que mesmo que o hambúrguer fosse ruim e o garçom espirrasse no meu lanche eu não poderia negar que o lugar era incrível, sabe?
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Sobre o dia que eu fui uma das Spice Girls

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Outro dia estava dentro do carro quando escutei na rádio os primeiros acordes de uma música que imediatamente identifiquei. Na mesma hora voltei alguns anos no tempo e me lembrei da minha infância como fã das Spice Girls.

Bem, a música que tocava era a Too much,  só que uma versão muito menos madura de mim naquela época curtia mais os sons como Wannabe ou Stop. Ainda assim, essa música mais calminha ainda era ótima para escutar enquanto fechava os olhos e tentava dublar segurando uma escova de cabelo ou um frasco de shampoo.

O quinteto era uma febre na época e eu e minhas amigas do colégio na empolgação formamos um grupo cover delas e até nos apresentamos numa feira de inglês que teve no colégio. Veja bem, eu devia ter uns 9 anos. Depois de dias discutindo quem seria quem, muitas informações das aulas de ciência, artes e matemática perdidas, finalmente chegamos a um consenso e eu fiquei com o papel da minha preferida, a Mel C.

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